Por que a imprensa “tradicional” segue sendo estratégica para posicionamento de marca em 2026
- Ybirá

- 7 de jan.
- 3 min de leitura

Por Madeline Juber e Paula Valduga
Alguns amigos e clientes me questionaram sobre a estratégia de lançamento da Ybirá, o trabalho com a imprensa e se, em pleno 2026, ainda faz sentido ter espaço em veículos “tradicionais”. E a minha resposta foi: sim, faz cada vez mais sentido! Por conta dessas perguntas que eu recebi, resolvi chamar a minha amiga, parceira profissional e assessora de comunicação da Ybirá, a jornalista e diretora da Farol Comunicação, Paula Valduga, para escrevermos juntas esse artigo.
Começo falando pelo aspecto de marketing e posicionamento de marca. Em um mundo onde tudo gira em torno do algoritmo, se a sua empresa faz o que todas as outras estão fazendo, ela não está se diferenciando.
Para se posicionar, não basta apenas comunicar, é necessário sustentar escolhas e discurso. E, por esse aspecto, a consistência, a seriedade e a reputação dos veículos “tradicionais” servem para sustentar o lugar que a marca escolheu ocupar no mercado e, principalmente, na mente das pessoas. Marcas fortes não devem falar apenas para gerar alcance através dos algoritmos.

Quando uma marca trabalha com a imprensa de forma planejada, isso vira um ativo estratégico de extrema importância. E esse planejamento, como a Paula sempre fala, envolve dois pontos essenciais: a relevância da pauta e o network com a imprensa. Esses dias, ela me mandou uma frase que ela viu no Instagram e que diz assim: “Quando vocês entenderem que a melhor forma de fazer networking é sendo educado, tratando os outros bem e se relacionando de forma natural com pessoas que têm a mesma vibe e objetivos que os seus, tudo fica mais fácil”.
"A imprensa tem a mesma vibe e os mesmos objetivos que nós, assessores, e, principalmente, entende a relevância da pauta. Eu estive em redações por 19 anos antes de vir ‘para o outro lado’, então eu sei como o meu release será avaliado lá dentro dos veículos. Associar uma relação saudável com os colegas jornalistas a boas pautas é a base do trabalho do assessor de imprensa", explica ela.

Nos clientes que nós temos em comum, também sempre levamos em conta para quem enviar cada pauta. O trabalho de assessoria de imprensa inclui a cidade, sim, como fizemos com a pauta da Ybirá, mas também a mídia especializada em algum assunto, que tem alcance nacional.
"Saber quando, com que frequência e para quem enviar os releases é outra avaliação que sempre precisa ser feita", completa Paula, reforçando que essa “chancela” que a imprensa dá deve ser, depois, usada nas redes sociais como forma de mostrar que a marca é séria e tem credibilidade.

E faz ainda mais sentido considerar o relacionamento com a imprensa em estratégias de comunicação quando a marca está em processo de reposicionamento, atua em segmentos B2B, produtos e serviços de alto valor agregado, exige um elevado nível de confiança ou pensa no médio e longo prazo, entre outros objetivos.
Na estratégia de comunicação, é indispensável pensar em integrar canais de forma inteligente. Redes sociais, imprensa, eventos e outras ferramentas caminham junto à gestão de marca e marketing. Em alguns casos, serão usadas todas; em outros, somente algumas; ou ainda podemos usar todas, mas em momentos distintos, conforme os objetivos de cada marca.
Marcas fortes não precisam gritar: constroem presença e reputação no dia-a-dia, em cada semente plantada. Então, voltando à resposta para a pergunta inicial, trabalhar com a imprensa em pleno 2026 não significa olhar para trás ou estar defasado. É um sinal de uma marca que sabe exatamente onde está e onde quer chegar.
DICA PARA SABER MAIS
Para quem quiser estudar um pouco mais sobre posicionamento, a dica é o livro “Posicionamento, a batalha por sua mente – Como ser visto e ouvido em um mercado super competitivo”, dos autores Al Ries e Jack Trout, referências na área.
Seguem links para compra:
Do Arco da Velha - Caxias do Sul





Comentários